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quinta-feira, 12 de maio de 2011

Drinks fáceis de preparar

Culinaria 11/05/11 Luiz


Seja em casa ou na balada é sempre bom ter algo interessante para beber, pois assim como na culinária a sensação visual é uma grande atrativo da bebida. A mistura de ingredientes de diferentes tipos de sabores faz com que sua bebida tenha um sabor diferenciado podendo ser alcoólico ou não.
Um drink muito fácil de preparar que tem como base espumante italiano, basta colocar meia taça de espumante numa taça Dry, o formato da taça é fundamental para a aromatização do drink, após colocado o espumante adicione 2 fatias de morango no liquido, se quiser poderá enfeitar a taça com um morango, dando um requinte a mais no drink, a acidez do morango diminui a doçura do espumante equilibrando num delicioso sabor.
Um Drink não alcoólico também é muito bem vindo principalmente quando se trata de um energético, ideal para se beber nos dias de bastante atividade. Para preparar esse drik você irá precisar de 2 cenouras, 1 pedaço de gengibre, 1/² limão com casca, ½ maçã e uma laranja. Para fazer o drink basta adicionar todos os ingredientes no liquidificador com 250 ml de água. Coe com o coador e adoce a vontade, você poderá enfeitar o copo que servir para deixar a receita mais elaborada.
Drink dos deuses
Ingredientes: 1 dose de suco de laranja, uma dose de suco de pêssego, ½ dose de suco de uva, 2 colheres de sopa de leite condensado, 1 colher de sopa de creme de leite, 3 gotas de groselha. Para fazer basta bater todos os ingredientes até alcançar uma mistura homogênea, guarde uma pedra de gelo para colocar no copo, para servir você poderá colocar algumas gotas de groselha que irá dar uma cor diferenciada a bebida no copo, enfeite a vontade. Faça os drinks e postem nos comentários o que acharam e deixem sugestões.
Apesar de ser um habito muito comuns entre os brasileiros  bebidas alcoólicas devem ser evitadas, pois elas são prejudiciais a saúde, se tiver menos que 18 anos não beba bebidas alcoólicas, vender ou fornecer bebidas alcoólicas para menores de idade é crime e da cadeia!

terça-feira, 3 de maio de 2011


Por que são vários os tipos de porquês?

Por: Gazeta do Povo Online
A palavra “porque” é resultado da junção da preposição “por” e do pronome relativo, interrogativo ou indefinido “que”. Ele apresenta quatro grafias diferentes: porque, porquê, por que e por quê. O usuário da língua portuguesa sempre tem dificuldade em entender o emprego desse vocábulo. Por isso apresentamos aqui umas explicações simples, nada de profundas teorias, para que o leitor não hesite ao escrevê-lo.
1) Regra geral: Toda vez que for possível substituir “porque” e “porquê”pelas expressões: por que motivo, por qual razão, para que, pelo qual, pelos quais, por onde, escreve-se separado.
Vamos diretamente aos casos.
A) Usa-se o acento circunflexo no “quê” sempre que venha uma pausa logo depois dele, indicada por vírgula ou ponto de interrogação, exclamação ou simplesmente ponto.
Exemplos:
* Não me simpatizo com aquele professor e não sei por quê. (= por que motivo) 
* Não fazem mais pesquisas por quê, pois o governo liberou verbas.(= por que razão)
* Os vestibulandos reclamam por quê? (= por que motivo) 
* Somente eles sabem por quê, mas nós não saberemos jamais.
B)Escreve-se “por que” (separado e sem acento) quando não é seguido por algum tipo de pontuação. 
Exemplos:
* O gerente solicitou aos fiscais por que se liberasse a carga. (= para que).
* Foram muito difíceis os problemas por que passei. (= pelos quais)
* Gostaria de saber por que regiões andará meu filho. (= pelas quais) 
* Os escoteiros desconheciam a trilha por que andaram na serra. (= por onde)
* A Dirce desejava saber por que não a convidaram para a festa. (= por qual razão ou por que motivo)
2) Escreve-se “porque”, quando ele inicia uma parte da oração que exprime ideia de causa ou explicação,ou quando não se trata das situações explicadas no item 1.
Exemplos:
* Os atletas foram bem sucedidos, porque tinham boas condições físicas.
* Porque estudo muito, procuro concorrer a um bom emprego. 
* Não sei a matéria, porque nunca me deram uma boa explicação. 

Obs.: Às vezes, uma vírgula muda o sentido da frase e, assim, devemos optar entre “por que” e “porque”, conforme a ideia da frase.
Exemplos:
* Nunca entendi, porque nunca me contaram. (= pois)
* Mas eu sei por que não quiseram te contar. (= por qual motivo)” 
Veja o mesmo diálogo:
* Nunca entendi por que nunca me contaram.(= por que motivo)
* Ah, porque não quiseram te contar.(= início de uma explicação)”

3) Escreve-se “porquê(s)” quando ele for um substantivo, e, para confirmar que ele é isso, pode-se colocar antes dele os artigos: o, os, um, uns ou um numeral qualquer.
Exemplos:
* Os alunos assimilaram somente o emprego de um porquê. 
* Os empresários analisaram os porquês da que queda das exportações.
* O porquê do fechamento dos mercados foi a violência ocorrida ontem.
* Discute-se no congresso o porquê do programa Bolsa Família.
Edelzina Ribas Coutinho, formada pela UFPR em Letras com ênfase em Português e Inglês; especialista em Metodologia do Ensino Tecnológico, e em metodologia do Ensino Superior; professora de Língua Portuguesa, Literatura Brasileira e Língua Inglesa, na UTFPR.

segunda-feira, 2 de maio de 2011


Lei do piso do professor vale para todo o país, decide STF

Ana Okada*
Em São Paul
O STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu nesta quarta-feira (6), por 8 votos a 1, a validade da Lei do Piso Nacional do Magistério. Após adiar por duas vezes o julgamento do mérito da matéria, o Supremo rejeitou a ADI (Ação Direta de Inconstitucionalidade) 4167. A ação alegava que a lei era inconstitucional, e havia sido impetrada por cinco Estados.
A lei, que foi sancionada em 2008, determinava o rendimento mínimo por 40h semanais de trabalho para professores da educação básica da rede pública. O valor atual do piso é de R$ 1.187,14, que passa a ser considerado como o "vencimento básico" da categoria, ou seja: gratificações e outros extras não podem contar como parte do piso.
Os ministros Luiz Fux, Ricardo Lewandowski, Celso de Mello, Ayres Britto e Gilmar Mendes votaram a favor do piso; as ministras Cármen Lúcia e Ellen Gracie o aprovaram parcialmente; e o voto do ministro Marco Aurélio Mello foi o único contrário à lei.
Os proponentes da ADI queriam que o termo "piso" fosse interpretado como remuneração mínima, incluindo os benefícios, sob a alegação de que os Estados e municípios não teriam recursos para arcar com o aumento.
“Não há restrição constitucional ao uso de um conceito mais amplo para tornar o piso mais um mecanismo de fomento à educação”, defendeu o ministro Joaquim Barbosa, relator da ação, durante seu voto.
Além disso, os representantes dos Estados contrários ao piso alegaram que haveria cidades que não teriam verbas suficientes para cumprir a lei e que a norma feria o pacto federativo previsto na Constituição, uma vez que dizia respeito ao orçamento e à gestão de Estados.

Tempo para atividades extraclasse ainda será discutido

Por meio da ação impetrada no mesmo ano da sanção da lei, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Ceará também questionavam pontos específicos, tais como a regra de que um terço da carga horária do professor deveria ser reservada para atividades extraclasse, como planejamento de aula e atualização. Esse dispositivo foi suspenso pelos ministros à época da aprovação da lei, e voltou a ser discutido hoje.

Parte dos ministros considerou que há invasão da competência legislativa dos entes federativos (estados e municípios) e, portanto, violação do pacto federativo. Com isso, não se chegou ao quórum necessário de seis votos para a declaração de constitucionalidade ou inconstitucionalidade dessa norma.

O ministro Ayres Britto, que presidiu a sessão, afirmou que a votação deste item deve ser retomada na próxima semana.
*Com informações da Agência Brasil e do STF

Estudo analisa impacto de políticas públicas na qualidade do aprendizado; professor é chave

Amanda Cieglinski
Da Agência Brasil 
Em Brasília
Um aluno cujo professor está entre os 20% melhores da rede de ensino pode aprender em um ano 68% mais do que aqueles que estudam com um docente que faça parte dos 20% piores. O tamanho da turma também influencia na qualidade do que o estudante aprende: em média, uma redução de 30% no número de alunos leva a um aumento de 44% no aprendizado.
Levantamento do Instituto Ayrton Senna e do Movimento Todos Pela Educação analisa, a partir de 165 estudos nacionais e internacionais, qual é o impacto das políticas educacionais no aprendizado dos alunos. O material foi reunido em um site que servirá de base de consulta para pais, professores e gestores escolares.

As pesquisas reunidas por Paes de Barros indicam, por exemplo, que a maioria das características comumente observadas como medida de qualidade para um bom professor - nível de escolaridade, formação profissional e experiência – tem menos relação com o desempenho dos alunos do que o esperado. Critérios utilizados para seleção de profissionais e definição de salários, como titulação e tempo de carreira, não são necessariamente sinônimos de qualidade. “O sucesso do professor pode depender mais de características não observadas nas pesquisas, como liderança, motivação e persistência”, aponta o estudo.
Sobre a formação docente, os estudos apontam que o aprendizado dos alunos diferencia-se de acordo com a qualidade da instituição na qual o professor se formou. Esse fator tem mais impacto do que o fato de o professor ter ou não pós-graduação. “O aprendizado do aluno pode ser maior porque a universidade selecionou os candidatos mais talentosos e motivados para a profissão ou porque o curso foi capaz de conferir aos futuros professores as habilidades necessárias para o bom desempenho em sala de aula”, diz o texto.
A remuneração do profissional também tem peso nessa equação. Redes de ensino em que os salários são mais altos atraem para as salas de aula os melhores candidatos interessados em exercer aquela ocupação. Mas, segundo os estudos analisados, aumentos salariais ao longo da carreira que não estejam vinculados ao desempenho do professor têm pouco impacto no aprendizado. “A existência de algum componente variável na remuneração dos professores, como bônus atrelado ao desempenho, pode aumentar o nível de esforço e dedicação deles. Em ambos os casos, o resultado é uma melhora no desempenho dos alunos em exames de proficiência”.

Sabe o que é BV e BVL? Veja como falar com o seu filho sobre primeiro beijo

Carla Hosoi
Especial para UOL Educação 
Em São Paulo
Quando o assunto é beijo, uma realidade é certa: quase nenhum adolescente com 12 ou 13 anos de idade quer ser BV (Boca virgem) ou BVL(Boca virgem de língua). Alguns saem até na frente e  com 11 anos já vivenciaram essa primeira experiência. Para os pais, encarar o fato com naturalidade nem sempre é fácil. Hoje, esse primeiro beijo não tem nenhuma conotação romântica e, por vezes, nem está associado ao prazer. Pode ser muito mais uma cobrança dos amigos, uma maneira de se inserir num grupo e assim descartar de vez um rótulo tão incômodo. Antes de iniciar uma conversa, é importante aceitar esse universo adolescente e ter consciência de que hoje os filhos estão muito mais exposto.
Como puxar o papo:
Se o filho ou a filha já está saindo com amigos, frequentando matinês em clubes, cabe aos pais perceberem o momento em que o assunto pode fluir sem maiores constrangimentos. Os pais sabem quando alguma coisa diferente aconteceu.
Se o sinal foi dado, é hora de introduzir o papo. E uma boa dica para não se dar mal logo na primeira tentativa é "não bater de frente". Aproveite uma atividade que façam juntos para introduzir o tema: uma cena da novela em que aconteceu um beijo, um filme que estão vendo juntos. Durante a conversa, valorize o beijo como uma descoberta de carinho, de namoro.
Ser paciente e ter bom humor também ajudam muito, principalmente se o adolescente em questão faz o gênero "caladão". Nestes casos, fale e não se surpreenda se não ouvir sequer uma resposta. O importante é sinalizar que há espaço para um diálogo aberto e sem rodeios.

Como NÃO agir:
Qualquer tom proibitivo ou repreensivo não é aconselhável. Pode até ser mais um motivo para deixar de ser BV em caráter de urgência. Fazer uso de experiências pessoais vale a pena apenas se o pai ou a mãe se sente à vontade para se expor. Mesmo assim, as expectativas, a importância e a simbologia do primeiro beijo hoje não são os mesmos de antigamente(mas nem por isso deve ser banalizado).
Fontes: Arlete Gianfaldoni, médica assistente doutora da clínica ginecológica  Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e especialista em ginecologia e obstetrícia da Infância, membro da Sogia (Sociedade de obstetrícia e ginecologia da Infância e Adolescência), Marcos Ribeiro, autor do livro Conversando com seu filho adolescente sobre sexo, Ivette Gattás, psiquiatra da Infância e Adolescência e coordenadora da Unidade de Psiquiatria da Infância e Adolescência (UPIA) da Unifesp, Maurício de Souza Lima, médico hebiatra

terça-feira, 26 de abril de 2011


DICAS DE COMO REDIGIR UMA BOA REDAÇÃO


Antes de começar a redigir uma redação é recomendável que faça um rascunho com todas as informações que você tem sobre o determinado assunto, desta forma ficará mais fácil na hora de organizar as idéias na redação.

As idéias que serão transmitidas devem estar claras primeiramente para você.

Quando se tem conhecimento sobre o tema proposto é muito bom, mas só isso não basta, é preciso também saber organizar suas idéias e jamais fugir do tema proposto.

Organize suas idéias encaixando-as no texto de uma maneira que fique de fácil entendimento ao receptor.

Evite usar palavras repetidas, pois isso dá impressão de que você não tem um vocabulário rico.

O nervosismo é um fator presente nos momentos em que precisamos fazer uma redação, principalmente quando ela estará valendo nota na escola, em prova de vestibular ou concurso. Mas é preciso manter a calma, pois tendo calma, terá mais chances de conseguir organizar as idéias com clareza. Apesar de muitas vezes ser exigido que na redação seja colocada a sua opinião, nunca coloque um texto dissertativo
 em primeira pessoa, evite palavras como: “eu”, “acho”, etc.

Estes termos empobrecem sua redação. Prefira usar na terceira pessoa (nós achamos), fazendo com que sua opinião seja a mesma de várias pessoas.
Muitas vezes a dificuldade vem da falta de informação sobre o assunto, por isso, lembre-se: quanto mais informações você tiver durante o dia-a-dia sobre diversos assuntos, mais fácil será de ter argumentos na hora de redigir uma redação.

Redação - A Importância dos Conectivos


A coesão de um texto depende muito da relação entre as orações que foram os períodos e os parágrafos. Os períodos compostos precisam ser relacionados por meio de conectivos adequados, se não quisermos torná-los incompreensíveis.

Para cada tipo de relação que se pretende estabelecer entre duas orações, existe uma conjunção que se adapta perfeitamente a ela. Por exemplo, a conjunção MAS só deve ser usada para estabelecer uma relação de oposição entre dois enunciados.

Porém, se houver um relação de contradição ou idéia de concessão, a conjunção deverá ser outra: EMBORA. Se não for assim, o enunciado ficará sem nexo. Observe um caso de escolha inadequada da conjunção:

"EMBORA O BRASIL SEJA UM PAÍS DE GRANDES RECURSOS NATURAIS, TENHO CERTEZA DE QUE RESOLVEREMOS O PROBLEMA DA FOME"

Veja que não existe a relação de oposição ou a idéia de concessão

que justificaria a conjunção EMBORA. Como a relação é de causa-efeito, deveria ter sido usada uma conjunção causal:
COMO O BRASIL É UM PAÍS DE GRANDES RECURSOS, TENHO CERTEZA DE QUE RESOLVEREMOS O PROBLEMA DA FOME.

Para que problemas desse tipo não aconteçam em suas redações, acostume-se a relê-las, observando se suas palavras, orações e períodos estão adequadamente relacionados.

Publicado por Professor Jonas Antunes

         

11 Dicas sobre Redação


Agora é a REDAÇÃO. Você está preparado? Seguem algumas dicas, mas lembre-se: nada substitui a prática da escrita!
1. A banca examinadora pode apresentar propostas textuais, pictóricas, diretas ou híbridas: imagem, textos e tema. Leia primeiro o tema direto, antes de começar a leitura dos textos da coletânea.
2. Os temas mais prováveis são aqueles relacionados a atualidades. De qualquer forma, é necessário ler jornais, revistas, saber quais são as notícias do dia-a-dia. Não seja alienado!
3. Procure relacionar idéias sobre o tema a ser abordado. Até mesmo as mais "estranhas" podem ser úteis no processo criativo. Podemos denominar essa ação como BRAINSTORM.
4. Tente imaginar como será seu texto, quantos parágrafos você vai escrever, quais argumentos quer utilizar como subsídio para demonstrar sua tese. Elabore sua Estratégia.
5. Faça rascunho, sempre que possível, ou seja, sempre que o tempo permitir. Reserve 1 hora e 20 minutos para ler a proposta, refletir, escrever o rascunho, reler seu texto e passá-lo a limpo.
6. Lembre-se que, se o tipo de texto solicitado for dissertativo-argumentativo, exige um posicionamento do candidato frente à situação-problema.
7. Ser radical na Redação não é o melhor caminho para uma boa argumentação nos exames vestibulares
8. Adotar um posicionamento claro, embasado através da argumentação, sem usar o discurso vazio, é o mais aconselhável.
9. Cuidado com bolotas, com o "A" egípcio, com asteriscos e outras marcas. Elas podem levar sua prova à anulação.
10. Utilize CANETA COM TINTA PRETA, PRETA, PRETA… e se não tiver CANETA COM TINTA PRETA, use CANETA COM TINTA PRETA.
11. Última e mais importante dica: Redação significa praticar a escrita, escrever bastante, errar bastante (e depois acertar), treinar. Se você não fizer as redações, dica nenhuma irá salvá-lo na hora do Vestibular.



Publicado por Professor Jonas Antunes

quarta-feira, 20 de abril de 2011

PROTESTE - Banda Larga mobiliza PROTESTE e entidades - Serviços


Banda Larga mobiliza PROTESTE e entidades

Haverá lançamento nacional da campanha “Banda larga é um direito seu” contra o preço elevado, a lentidão, e pouco alcance do serviço.
A PROTESTE Associação de Consumidores se juntou a 58 entidades civis e participa do lançamento nacional da campanha “Banda larga é um direito seu” que terá manifestações simultâneas em São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e Brasília, no dia 25 de abril, segunda-feira.
A preocupação é com os desdobramentos da negociação das teles com o governo federal – dentro do novo Plano Geral de Metas de Universalização – e as consequências sobre a massificação da internet no país.
A banda larga no Brasil é cara, lenta e para poucos, e está na hora de pressionar o poder público e as empresas para essa situação mudar. O lançamento do Plano Nacional de Banda Larga em 2010 foi um passo importante na tarefa necessária de democratizar o acesso à internet, mas é insuficiente.
O modelo de prestação do serviço no Brasil faz com que as empresas não tenham obrigações de universalização. Elas ofertam o serviço nas áreas lucrativas e cobram preços impeditivos para a população de baixa renda e de localidades fora dos grandes centros urbanos.
No manifesto de lançamento da campanha, as entidades – entre elas Proteste, CUT, Idec, Fenaj, FNDC e Intervozes – alertam que o resultado da negociação que envolve o Ministério das Comunicações, a Anatel e as concessionárias de telefonia terão efeito negativo sobre a multiplicação do acesso à internet no país.
O documento questiona a doação da faixa de 450 MHz às teles, o uso do ônus da concessão (2% da receita a cada dois anos) para financiar metas de universalização, a retirada das obrigações de backhaul do Plano Geral de Metas de Universalização (PGMU 3).
As entidades também reiteram a defesa de que o serviço de acesso à banda larga seja prestado em regime público, com metas de universalização e tarifa regulada. E sustentam que o Estado deve atuar diretamente nesse serviço.
“Nem mesmo o desafio da massificação pode ser enfrentado sem que haja um papel ativo do Estado – não apenas como gerente ou fiscal das políticas, mas como agente econômico e executor do serviço”, diz o manifesto.
O lançamento nacional da campanha no dia 25 de abril, será nos seguintes locais:
SÃO PAULO (SP) – 19h
Sindicato dos Engenheiros de São Paulo
Rua Genebra, 25 – Centro (travessa da Rua Maria Paula)
RIO DE JANEIRO (RJ) – 20h30
Auditório do SindJor Rio
Rua Evaristo da Veiga, 16, 17º andar
SALVADOR (BA) – 19h
Auditório 2 da Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia
Avenida Reitor Miguel Calmon s/n – Campus Canela
BRASÍLIA (DF) –  a confirmar)
Balaio Café
CLN 201 Norte, Bloco B, lojas 19/31
20.04.2011

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Campanha salário digno aos Professores


Posted By: Fred Teixeira Leite
To: Members in Salário digno aos PROFESSORES do Brasil
Carta de apoio - Frei Betto
Frei Betto
Cartas de Apoio
Todo o meu apoio à causa do piso salarial do professor. Não só do professor, mas também dos funcionários da escola, que também merecem tratamento salarial digno e condições de trabalho seguras e saudáveis.


Nenhum país saiu do subdesenvolvimento sem forte investimento na educação. O Brasil investe 5,2% do PIB. Deveria, no mínimo, dobrar este índice. Os países da Ásia, atrasados e devastados pela Segunda Guerra Mundial, hoje são potências mundiais por aplicarem na educação de 8 a 12% do PIB.



Além de assegurar o piso, é preciso instaurar o tempo integral na educação de crianças e jovens brasileiras. Apenas 4 ou 5 horas por dia na escola são insuficientes para uma educação de qualidade.

Fred Teixeira Leite está de parabéns por levar adiante esta causa tão prioritária e necessária para que o Brasil vença a exclusão social.

Frei Betto (escritor, autor de “Alfabetto – Autobiografia Escolar” [Ática], entre outros livros)
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